Paulo Leminski - Caprichos e Relaxos (1983)


Das primeiras invencionices ao Catatau, da poesia destabocada e lírica (mas sempre construída, sabida, de fabbro, de fazedor) ao verso verde-verdura da canção trovadoresco-popular, o Leminski vem , chovendo no endomingado piquenique sobre a erva em que se converteu a neoacadêmica poesia brasileira de hoje, dividida entre institucionalizadas marginalidades plácidas e escoteiros orfeônicos, de medalinha e braçadeira. E é bom que chova mesmo, com pedra e pau-a-pique. Evoé Leminski!



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